Por certo, prezamos em fazer o nosso melhor em tudo o que está em nosso alcance, correto? Creio que a resposta não poderia ser outra, se não “SIM”. Com essa pequena introdução, o objetivo é poder explanar um assunto que, ao meu ver, fica somente na teoria: a essência musical.

Vemos e temos diversas referências no mundo musical. Com certeza já pegamos várias idéias de ícones da música para poder seguir suas intenções melódicas e/ou harmônicas. Será que adianta somente nos atermos a esses detalhes? Trazendo para o cunho da música evangélica, basta copiarmos o que os outros músicos fazem para que consigamos o mesmo resultado obtido por eles. Houve um tempo em que as ministrações de uma cantora eram copiadas por um grande número de pessoas nas igrejas. Confesso que não aguentava mais escutar uma determinada música, pois era certo a parte da ministração da mesma ser inserido, ora parcialmente, ora na totalidade. Com isso, comecei a não gostar, pois não via a verdadeira essência que a canção possuía.

Também sou um admirador de muitos cantores e instrumentistas e tento não somente captar as idéias dos mesmos, mas busco passar a essência da música. Sim, aquela essência que faz você ficar escutando por diversas vezes, e com prazer, uma determinada canção. Um detalhe importante a ser citado é que não basta termos avançados conhecimentos musicais. Vejo que seja necessário, mas não é o núcleo. É simplesmente o complemento. Mas… Onde se encontra a essência, então? A mesma se encontra Nele; no próprio Dono da toda expressão musical que há; no Deus da Música.

Nosso relacioanamento com Deus nos ajuda e muito para criarmos a verdadeira essência. As canções deixam de ser apenas sequências melódicas e harmônicas e trazem um “tempero” especial. Se quisermos músicas com conteúdo e prazerosas de se ouvir, mantenhamos sempre contato com o maior Produtor e Arranjador que se tem conhecimento: Deus.

Um abraço da Equipe Local da Música